Sexta-feira, 29 de Setembro de 2006

... base preciosa da... vida!!!...

 … inquietude permanente, vontade que se não consola,

estando parado, sentado no meu lugar,

ando por tantos lados, irrequieto, como bola que se chuta,

que rebola,

dando encontrão na parede, naquele calhau que se avista,

sem parar,

quando queda e devoluta,

pontapé que se lhe dá, um salto no escuro,

vontade que aperta,

na certa,

como quando, desviados por encontrões,

nos sentimos aos trambolhões,

maltratados, sem vontade, abandonados,

atirados para tantos lados!!!...

 

… vida plena, calma, sossegada,

conseguida ao longo duma vida,

tarefa quase impossível no presente que se vive,

só, mal acompanhado, quando se convive,

por razões que não vêm ao caso,

um acaso,

imprevisto, pedra que cai do telhado,

que nos atinge mesmo no cimo,

que nos faz esbugalhar os olhos, desmaiar,

que nos faz perder o juízo,

sentidos,

todos se apagam, se vão,

quando no chão, estendidos,

desta vida, separados,

maus bocados passados,

momentaneamente, é evidente,

num repente!!!...

 

… trasladação para o hospital, familiares que se afligem,

médicos ou auxiliares que nos impingem,

verificam, analisam, dão a sua opinião,

exame mais adequado, maior atenção,

chapa que se bate, fractura que não existe,

suspiro de alívio, desinfecção, uns pontinhos bem cosidos,

ferida bem aconchegada,

coisinha de nada,

um calhar,

escoriações, tecidos feridos,

pedra que caiu do telhado,

um azar… mui azarado!!!...

 

… pequenas coisas que se nos deparam, por vezes,

esses encontrões que se têm,

essa pedra que nos atingiu,

que nos feriu,

bem pior,
uma doença que surge, um parente que se apagou,

uma esperança que melhore,

convalescença que se arrasta,

saúde que se afasta,

vida que se vai encurtando,

enquanto nos vamos apagando,

um ir aí que já vou,

um imposto que se não pagou,

uma conta com que se não conta,

carradinhas de fezes,

ordenado que não estica, despesas que aumentam,

pessoas que encontramos, que lamentam,

com filhos sem sorte,

quase pior do que a morte!!!...

 

… desgraça que se instala, não cala,

não deixa, agarra,

quando com ela se esbarra,

obstáculo que nos diminui,

enquanto a vida flui, se espalha, se esparrama,

tal como, num incêndio, a chama,

numa fonte, a água que se esvai, que corre,

cumprindo o seu destino,

humedecendo, regando, alimentando

quem dela precisa,

inesgotável, preciosa base da… vida!!!... Sherpas!!!...

 

{#emotions_dlg.confused}{#emotions_dlg.mad}{#emotions_dlg.sad}

 

 

publicado por sherpas às 18:14
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Quinta-feira, 28 de Setembro de 2006

... pais a... dobrar!!!...

 

 

 

… quando nascidos, ainda pequenos,

filhos dos filhos, das filhas… também,

achámos graça, ficámos amenos,

embevecidos, como quem os tem,

satisfação pelo acontecido,

mais um ente querido, netos e netas,

esperneando, olhos cerrados,

bochechas rosadas, ternuras, carinhos,

sorrisos abertos, seres amados,

quando nos ninhos,

trabalhos dobrados,

acréscimo, noites em claro,

choros, aflições,

acumular de preocupações,

foram crescendo, chorando e comendo,

fizeram-nos adultos, iguais aos pais,

agora, arvorados em avós,

pela idade, mais maduros, pais a dobrar,

a quem nos podemos encostar,

fazendo com os netos, o que fizeram a nós,

papel que se repete,

que se não inflecte,

que faz recordar tempos já idos,

retirados da vida, uma ocupação,

pelos filhos amigos,

quase obrigação!!!...

 

… pelas ruas, junto às casas, velhos e velhas,

num requebro encontrado,

esquecem as telhas

já gastas, com rachas,

mazelas em barda, doenças e chagas,

dão uma corrida, ensinam a brincar,

protegem a cria, cuidados de sobejo,

responsabilidade só dada,

para estar, para ficar,

naquela morada, na casa dos avós,

tão pais como nós,

ajuda a dobrar!!!...

 

… no início, não têm vida, não têm disponibilidade,

um filho que nasce, um lar, uma creche,

dinheiro que lhes falta, amparo dos pais,

corrida desenfreada, relógio que não para,

dura tarefa, diária, realidade,

o menino que… não cresce,

escape, saída, compensação,

amor, compreensão,

muita vontade,

sorriso, ternura, repetição,

impossibilidade dos filhos que têm,

regressam, carentes, com netos nos braços,

esboços e traços,

pequenos também,

família que se aglutina, que se empina,

que arrosta, que duplica trabalhos,

juntos como uma pinha,

passos que dão, que satisfação,

pontapé na bola, um riso, uma palavra cantada,

meio disfarçada,

mimosa… dengosa,

abrigo, casa que os acolhe, encobre,

que chora, que sofre!!!...

 

… trabalhos, canseiras, dias que se arrastam,

fim da jornada, regresso, já noite

esfalfados, menino dormido, cansado

caminho do lar, casal que aprende,

que cresce, também,

avós com netos que se têm,

ajuda bendita, melhor que creche,

corrida, passeio ao jardim,

um pássaro bonito, um banco no fim,

sentado, mas atento,

inebriado, cumprindo

sem ser obrigado,

um jogo, brinquedo, areia nas calças,

nódoa inapropriada,

já limpa, disfarçada,

que doce jornada!!!...

 

… são filhos, são pais, dão netos,

miúdos travessos, quão lindos, espertos,

bicicleta que se compra, avô diligente,

equilíbrio mantido, saídas mais largas,

quase na escola,

já rapazola,

matrícula que se faz,

encaminha-se o rapaz,

continua a tarefa,

quase vida, quase promessa,

pais, durante a noite, de manhãzinha,

na casa da avozinha, quando come, quando regressa,

no carro do avô, companheiro, braço amigo,

trazendo consigo,

amor paternal,

quase a… dobrar!!!... Sherpas!!!...

 

 

publicado por sherpas às 17:27
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... pelas esquinas... da cidade!!!...

 

 

 

… como sombras esbatidas na parede,

foram vidas, copos vazios sem sede,

vendo passar o tempo que se ergue,

inclemente,

como obstáculo que se visualiza,

suaviza,

caminhares que pararam de repente,

um não fazer, sem querer,

indolente vontade que se agita,

que não grita,

se sujeita como sombra que se desenha,

levemente,

naquela rua pejada de gente,

naquele recanto do desencanto,

arrastando a sua sorte

quase às portas da morte,

grupo que se completa emudecido,

olhando,

vendo passar, com tempo, sem grito!!!...

 

… leve gemido,

palavra suspensa se solta,

conversa que esmorece,

que murcha, fenece,

que esquece,

recorda dores, agruras,

venturas,

saudades que já foram,

sem rede,

protecção que se pretende,

copos vazios, sem sede,

vidas com sombras esbatidas,

pensares que te perseguem

se erguem como obstáculos,

paredes erguidas,

sombras que seguem,

na tua frente,

figuras ágeis do passado,

tentáculos

a que te agarras… quando paras!!!...

 

… quando te encostas, sem respostas,

conversas tidas, interrompidas,

tuas mãos postas,

orações reprimidas,

esgares, dores,

na face, nas costas,

no rosto dos outros,

sentidas,

com tempo, sem grito,

gemido contido,

imagens tolhidas,

conversas sem som, palavras escassas,

quando olhas… quando passas!!!...

 

… suspensas,

esbatidas… nem pensas,

são restos, são sombras,

são grupos, aos molhos,

com quem te encontras,

por onde passas… os olhos!!!... Sherpas!!!...

 

 

publicado por sherpas às 12:29
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Sábado, 16 de Setembro de 2006

... teia de... amor!!!...

 

 

 

… sem Lua, olhar a noite escura,

imaginar uma aranha prateada

perdida naquele emaranhado estrelado,

tecendo teia brilhante,

longo fio doirado,

desenhando, com proporções tamanhas,

um coração, uma pomba alada,

amor imenso, sempre presente,

PAZ continuada,

naquele espaço sideral,

sem qualquer estação espacial,

sem lixeiras que rolam ao nosso redor,

resultados que nos convencem,

que nos dão conhecimento,

nos provocam algum espavento,

de momento!!!...

 

… ciência que não pára, um ror,

foguetões, satélites de várias espécies,

velharias que não caem,

que continuam o seu caminho,

objectos que são espiões,

que controlam vidas, multidões,

marcando o nosso destino,

por ambições,

que bom seria, irrealidade,

a aranha gigantesca,

sonho com que sonho, outra verdade,

delicada filigrana prateada,

no seu labor,

pendurada duma estrela,

por fio brilhante,

de oiro fino, alucinante,

naquela tela,

figurando o que mais se pretende,

amor entre os homens… entre as gentes!!!...

 

… espaço encantado,

tendo como rainha envergonhada,

branca, nívea,

aquela bola rutilante, astro de encantamento,

eterna enamorada,

que espreita, que alicia,

que convida, que partilha,

que ilumina, com todo o seu esplendor,

qualquer manifestação de… amor!!!...

 

… quanto não daria, melhor seria,

maravilha, aquele sonho,

com que me ponho, quando me disponho,

inebriado por doce fantasia,

descurando o avanço que regride,

que ameaça, cada dia,

abundância de tralha vazia,

inútil, abjecta,

que já nos alerta,

que nos enterra, sufoca, mata,

nesta constante bravata,

disputa mais que insensata,

tentando ganhar terreno,

descobrir o ignoto,

continuando a alegoria, no meu posto,

olhando o céu estrelado,

vendo uma aranha prateada,

dependurada… duma estrela!!!...

 

… habilidosa, de corpo esbelto,

com todo aquele empenho,

fiando seu fio de oiro reluzente,

perante o pasmo generalizado,

no desenho que vai criando,

na pomba que parece que esvoaça,

no coração avantajado,

ao longo da noite escura,

recomeço da aventura,

sem tralha, sem cobiça,

sem espias, sem satélites,

dando um recado aos menores,

imagem que nos fortalece,

que nos obriga, abriga,

nos aquece,

gente amiga, sem intriga,

todos os seres na Terra,

com carinho, compreensão, entrega,

seus iguais,

como outros, tantos mais,

nas… atitudes, bem maiores!!!... Sherpas!!!...

 

 

 

 

publicado por sherpas às 18:21
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Terça-feira, 12 de Setembro de 2006

... twin towers!!!...

… som cavo, disforme, entoando morte presente,

macabras as caras, distorcidos os risos,

naquela ampla plateia, estando ausente,

caveiras que prometem, sem riscos,

ornamentos esqueléticos, eclécticos,

promessas convictas de quem pratica

o horror como tema, objectivos,

fazendo defuntos, matando vivos,

respondendo a preceito, vulgaridade

na dissimulada realidade,

contristados, com silêncios pesarosos,

não chorosos,

norma de quem apresenta como saída, solução,

do que se estica, estende a tanta gente,

insegurança que garante,

quando fala, quando mente,

a boca dum confesso… dum tratante!!!...

 

… até se sente ninguém,

quando medita, não acredita,

foi-se-lhe o verbo, a fantasia,

a vontade que já não tem,

pobre poeta, desdita,

sem fulgor, sem alegria,

que se arrasta pelo fundo,

seu rosto, duras lágrimas,

seu corpo, sepultura,

coração empedernido, chagado,

olhos vagos, quase fechados,

apartado de todo o Mundo,

sem imagens, sem rimas,

grande dor, amargura,

farrapo que se atira,

nódoa que permanece,

quase não sente, quase falece,

na injúria que não pratica

quando se mente, esquece,

valores inexistentes, dignidade sem valia,

foi-se-lhe o verbo, fantasia,

quando ri… sem alegria!!!...

 

… maneira de sentir bem diferente,

retorno vão dum passado, já apagado,

amálgama de corpos naquelas torres de betão,

sepulcro provocado,

conjunto da perversão,

lugar de encontro, de emoção,

choro convulso, sentimento que nos esmaga,

culpa que se atira, que se sente,

vazio enorme naquela mole,

lugar assombrado, vítima inocente,

País que perde, quando recorda,

seráfico local, peregrinação,

teimosa determinação,

vingança que se busca,

quase desculpa,

fraca visão, estupidificada,

pessoa pouco indicada,

imagem que não passa, que não foge,

luta insistente,

perseguição daquele tempo, cidade ferida,

émulos que se confrontam,

quando se enfrentam, afrontam

neste breve lapso… nesta vida!!!... Sherpas!!!...

 

sinto-me:
publicado por sherpas às 08:37
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Sexta-feira, 8 de Setembro de 2006

... como uva... saborosa!!!...

… como uva saborosa,

quando se mastiga, se aprecia,

deleite que nos engrandece,

prazer maior, eflúvio permanente,

catarse do pensamento,

aproximação da quimera,

no meio de tantos entes,

gostinho que permanece,

mesmo quando ausente,

cachos doirados que evolam

do rosto que se não esquece,

olhos negros, tão doces,

seios redondos, pujantes,

como uvas inebriantes,

mascadas nos lagares,

encantos de tantos lares,

etéreos… embriagantes!!!...

 

… são uvas, Senhor, doces sabores,

corpos perfeitos de garça,

nos socalcos das encostas,

quando expostos ao Sol,

relíquias, dissabores,

contrastes dos meus amores,

que se instalam, não passam,

fluidos, doces promessas,

cama feita, mesas postas,

alvuras de perdição,

servidos em grandes travessas,

loucuras que nos subjugam,

odores que permanecem,

visões que se… não esquecem!!!...

 

… planta da perdição,

líquido que jorra nos copos,

fruto com cachos, com bagos,

do Paraíso, pedaço de emoção,

troncos grossos, bem postos,

torneados como os corpos,

morenos, acastanhados,

lugar dos nossos pecados,

cabelos esverdeados,

bem negros, ondeando

ao sabor dos ventos, nas fragas,

nas roupas com que te tapas,

esbelta, airosa, inebriante,

metade que nos completa,

quando se bebe, se adula,

bago excelso, extravagante,

cacho que escorre pelos ombros,

efeito que se adora, perdura,

meigos encantos, encontros,

fantasia que nos inebria,

fonte da vida… alegria!!!... Sherpas!!!...

publicado por sherpas às 14:19
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Terça-feira, 5 de Setembro de 2006

... mostrando feridas!!!...

… uma mão que se estende,

uma lamúria ininteligível,

uma réstia de gente,

uma cara de espasmo,

uma miséria incrível,

uma sombra que se arrasta,

existência que se gasta,

um som quase apagado,

um pobre, um bocado

dum corpo que se esconde,

numa roupa qualquer,

um trapo bem sujo, impercebível,

uma palavra dura,

uma resposta intempestiva,

quando se rejeita… se invectiva!!!...

 

 

… uma negação de quem se afasta

daquele ser que já não o é,

que se materializa, que irrompe,

na esplanada do café,

que pede, que suplica,

que insiste por ali,

quantas vezes o vi,

mais débil, mais velho,

sem repasto,

cabelo sem pente,

calçado bem gasto,

noites de rua, num portal, num beco,

colchão de cartão,

lençóis de papel,

palavras que atira,

quando pede, uma repetição, um eco,

insistência que irrita

cara de muita gente, de quem não vê a mão,

que sentado se fica,

indiferente,

distanciado

daquele coitado!!!...

 

 

… mais um, entre tantos,

por drogas, carências,

sociedade endurecida,

são restos, excrescências,

acasos da vida em tantos cantos,

portais de igrejas,

estendidos no chão,

rendidos que estão,

rejeitados por quem os ignora,

por quem os não chora,

tristeza, na hora,

farrapos humanos, de mãos estendidas,

escondendo mágoas… mostrando feridas!!!... Sherpas!!!...

publicado por sherpas às 21:38
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Sábado, 2 de Setembro de 2006

... retornei... a mim próprio!!!...

… divaguei na palavra, no gesto,

retornei a mim próprio, encontrei

uma criatura bem diferente,

um envoltório empobrecido, um resto,

quando comigo deparei,

transfigurado, na minha frente,

separado de mim, quando me olhei,

dualidade momentânea,

etérea, bem distante,

instantânea, quase estranha,

fenómeno raro, impreciso,

parado, exposto, contristo,

dentro do corpo que tenho,

que transporto, que mantenho,

que descuido, envelheço,

quando rezo, quando peço,

não consigo parar o tempo,

mesmo quando isso intento,

voraz me vai desfazendo,

quando me olho… quando penso!!!...

 

… na palavra me refugio,

no gesto me enobreço

quando me sinto vazio,

quando busco esse meu berço,

todo aquele doce principio,

recomeço, quando inicio

viagem alucinante

na busca não conseguida,

na fuga, na fugida,

no encontro desencontrado

por tudo quanto é sítio,

olhando bem para o princípio,

separado de mim, como tento,

quando me olho… quando penso!!!...

 

… ai, mal de mim,

tortura permanente, quando me ausento,

quando me separo, reparo,

partição fugaz que tenho,

duplicidade irreal

nesta visão, tão natural,

quando me avalio

bem no cimo, no astral,

deixando de ser terrenal,

como juiz implacável,

quem se julga assim,

consciência plena de todo o mal,

separado que estou,

quando me olho… quando penso,

vendo-me, tal como sou!!!...

 

… retorno à infância,

sou partida do que é quase finito,

minha valência,

quando consigo pensar comigo,

quando me parto em dois, me duplico,

regresso, qual fluido que se molda

ao recipiente que o contem,

quanto me quero bem,

vos adoro por inteiro,

consigo olhar mais além,

quando retorno ao berço

vejo sempre, primeiro,

a inocência… como começo!!!... Sherpas!!!...

 

sinto-me:
publicado por sherpas às 21:12
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