Terça-feira, 24 de Fevereiro de 2009

... "yang"!!!...

... com uma pinta do “camandro” na vestimenta descuidada, no aspecto,

na grenha pontiaguda, alvoroçada, na barbinha “passa-piolho”,

tão cuidada, com esmero,

fio delgado, ligando patilhas à dita,

olhares velozes, abarcantes,

passadas largas no passeio, buscando o Paraíso, terra bendita,


alvoroço no linguarejar,

grupo d´alguns poucos, nem altos, nem baixos,

nem bando, nem gang,

idades do desafio, postura de quem conquista,

donos, senhores de tudo,

não tendo, preparados, pano de fundo,

sem “bang” na canhestra,

mão cerrada, determinação na destra,


sociedade q´os inventa,

q´os cria, q´os junta,

q´os não tira, q´os aventa,

filhos do grande engano, da fúria, do desmazelo,

espreitando falhas no sistema,

na mira do furo, qualquer meandro,

intervalando com cervejolas que s´entornam,

entre conversas, entre graçolas,

risadas despreocupadas,

ambições, como ninguém,

cobiça do que não têm,


nem yin, nem yang,

com uma pinta do “camandro”

todos juntos, congregados,

percorrendo sítios, tantos lados,

sem bando, sem gang, sem bang,

experiência que se tenta,

“fruta” que se colhe, intenta,


fuga de quem persegue,

pernas ágeis, cabeças alertas,

portas fechadas... outras, abertas,

não julgando, associando,

notícia do dia, acontecimento,

exclusão, dado momento,


há quem consiga, sem esforço,

no desenho, no esboço,

na pintura que s´antevê,

projecto calculado, continuidade,

com mais, com menos amizade,

cúmulo dos que juntaram,

influência de quem pede,

logo realiza consegue,

filhos de gente importante,

vida aparente, extravagante,

sem suor, sem fadiga,

lá vão subindo na vida,


filhos de mulher rejeitada, família desestruturada,

sem futuro, resultado,

encontro, fogo tamanho, paixão q´emprenhou,

logo fugiu, escapou,

menino ao abandono,

rua, escola que não teve, companhia injusta, aturada,

ensinamentos doutros iguais,

pandilhas doutros que tais,


desenrascanço num “bang” que se solta,

unhas que foram crescendo, desejos que se realizam,

estrada escura, percurso tortuoso, dilema,

tomando violência como lema,

passadas largas na vida,

não invejam, já infernizam,

vão n´outro espaço, corrida,

com zelo, com aplicação,

vão ficando... como são!!!... Sherpas!!!...

publicado por sherpas às 09:15
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Sábado, 21 de Fevereiro de 2009

... recordação!!!...

... eram duas, só duas, pletóricas,

cativas q´estavam, adolescência,

iníciantes da vida, tão ricas,

saltitantes nas roupas, tão justas,

nos peitos q´exibiam, tão cheias,

plenas no espaço, passavam

na turba pesada, tão escura,

pensamentos sombrios das gentes,


nos olhos tão tristes, esgares,

sorrisos repentinos, desafios,

num mal sem cura, inocentes,

aves sem ninho, longe dos lares,


o Mundo era delas, criaturas,

nos sons cristalinos, aventuras,

sonhos tão belos, torvelinhos, rompantes,

grasnidos repentinos, exuberantes,

quebra de silêncios tão densos,


afanosos por dentro, tristonhos d´idade,

verdade,

nas caras pesadas, apensos,

choros com mágoas, pensamentos,

fugazes, passantes, momentos,


remoinhos falantes, risonhos,

são porvires, são sonhos,

passados, duas aves libertas,

horizontes,

brotando dos céus, são fontes,

perante os incréus, tão sérios,

enormes, possantes, egrégios,


futuros tão lindos,

passagem,

nas calças tão justas, nos peitos tão limpos,

gargalhares intensos,

da vida, voragem,


recuo na lágrima q´assoma, liberta,

aceitação,

memória que desperta,

recolha, emoção,


tão doce, tão meiga,

sensação,


lufada que retempera

quem aguarda, quem espera,

recordação!!!... Sherpas!!!...

publicado por sherpas às 14:52
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Quinta-feira, 19 de Fevereiro de 2009

... sobras!!!...

... tão perto,

campo escondido, céu aberto,

amontoado que fica,

lixeira,

local deserto,

conchego dum resto,

drogado,

utensílio abjecto,

colchão lá de casa,

arrumado,


na falta d´espaço, garagem onde estava,

calada da noite,

sossegado,

diligente tão porco,

frequente, arrumação do sótão,

altura, ocasião,


serviço prestimoso,

gesto vergonhoso,

ruína q´avoluma, parede q´esconde,

olhos que passam, lá longe,

nas costas do bairro,

aqui tão ao lado,

escarro,


parece mentira q´exista

recôncavo tão sujo, imundo,

por tanto sítio bonito, verde viçoso,

árvores que tapam, nas voltas que dou,

alguém que fugiu, atirou,

ajuntamento de tantos detritos,

tão sujos por dentro, tão limpos,

casinha a preceito, defeito,

albergue de todos,

tão loucos,


parece impossível que haja quem faça,

quando passa, se desfaça,

num carro que vai cheio de coisas velhas, já mortas,

nas viragens que dão, nas reviravoltas,

maneira de ser, falta d´afeição

por tudo q´existe, persiste,

por aqui, tão perto,

a céu aberto,


lixeira q´aumenta, recolha dum resto,

humano que s´apaga,

se junta, apresto,

s´agrega, s´afaga,

conjunção do que sobra,

não recolha... desdobra,


destino comum de quem já não pensa,

ambientalistas esverdeados,

fiéis aliados,

preocupados q´estão com OBRAS d ´Estado,

envergaduras maiores,

milhões d´espanto,

na burla, engano,

descurando pormenores,


aguarda isenção,

sustentação do que persiste,

ausência, deformação,

tristonho final, inexistência,

ausência no castigo, recompensa

de tanta... excrescência!!!... Sherpas!!!...

publicado por sherpas às 19:03
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Terça-feira, 17 de Fevereiro de 2009

... cortiça!!!...

... não tive outra opção,

depois d´indagar,

triste conformação,

curiosidade que m´envolve quando por ali passo,

sorriso amável, moça jovem,

explicação,


que não, que não,

só parte está em exposição,

indo em grupo, número reduzido,

sempre conduzido,

 

sem máquina fotográfica na mão,

encaminhado para algum lado daquele grande espaço,

zona das caldeiras,

recordo quando lembro,

cozedura da cortiça,

quando mais novo, passei por isso,

fogueira imensa que s´atiça,

progenitor que buscava saída, interventor,

imaginativo,


dotado d´habilidade,

estofo,

tocando teclas diversas,

fabriqueta doméstica de rolhas,

rudimentar mas produtiva,

activo nos afazeres, nas conversas,

numa parte da casa de meus avós,

sem automatismos,


algo me chama pr´ali, recordação,

neste concelho vasto,

empreendimentos fechados, carcomidos,


barras inteiras de parafina,

placas esburacadas, das rolhas pr´ás buchas,

mestre que veio da Robinson de Portalegre,

dedo decepado em lâmina afiada, indicativo,

para criança irrequieta que também fazia

palmilhas de sapatos, vivacidade, inocência, alegria,

museus que eu perspectivo,


visita em liberdade, objectiva que s´aponta,

boneco que tira, amostra, critica,

coisa menos sólida que se desmorona,

ampliação de conhecimentos com que se fica,

transparência de vidas passadas,

portas escancaradas,

visão,

sem objecção,


sustentação dum PODER q´irrita,

reino dum sem-fim de coisas abandonadas,

dormitório duma urbanidade semelhante,

de coisas paradas,


capital que s´avista, espelhante,

miragem, quase reflexo,

no Tejo, amplexo,

desilusão que não avança, não cria, não recria, não alinda,

tão comezinhos que somos, por aqui, por ali... ainda!!!... Sherpas!!!...

publicado por sherpas às 08:51
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Domingo, 15 de Fevereiro de 2009

... sucata!!!...

... baía linda, oportunidades perdidas,

em banho-maria, tentação,

terrenos abandonados, barcos com madeiras apodrecidas,

ferros oxidados,

meio caídos, descambados,

vista que chora quando s´explana,

no segredo, no medo, na trama,


lá descortina,

ferida profunda na retina,


por ora,

obrinhas d´ocasião,

não criticando,

vendo, observando,

no tempo apropriado, na hora,

escrevendo como gosto

sobre pão dos nossos avós,


projecto que se guarda como reserva,

rentabilidade que não sai do papel,

espécie de conserva

que se degrada numa imensa sucata

em terreno seco, à beirinha, já molhada,


num ano vindouro, tardio, qualquer,

mais lucrativo,

ambição,

puro incentivo

de quem apela, de quem clama,

de quem serve partido como chama,

clube d´alguma contenção,

segredo dos Deuses,

medo dos homens,

mulheres que os servem,

induzem,

prescrevem as linhas que seguem,


barracão enorme que se vislumbra

na penumbra,

lusco-fusco, hora tardia,

junto à baía,

recorte que sobressai dum veleiro,

dum cacilheiro, dum batelão,

imagem que me vem quando eram solução

na diversão, no passeio,

no trabalho que era dinheiro,

transporte de passageiro,

agora em degradação,


ocaso d´acaso nas voltas que dou,

olhar que vê gaivota que passa,

não pára, passou,

“alfaiate” lesto, repentino,

volúpio fugaz, desatino,


desolação,

retorcimento do que já navegou,

enferrujados q´avançam,

esfanicam, desmandam,


águas pútridas, tão calmas,

coloridas de medo,

quase em segredo,

caminhos que frequento quando pretendo,

entendo!!!... Sherpas!!!...

publicado por sherpas às 07:30
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Quarta-feira, 11 de Fevereiro de 2009

... voragem!!!...

... não é gula,

desprendimento repentino daquilo que sou,

condimentado, mui normal em tudo aquilo que faço,

não me deixo guiar por excessos na idade em que estou,

quando páro,

cauteloso, logo deprecio, reparo,

nem que a vontade se sobreponha à força da minha razão,

bem capaz de dizer não,


recuando,

tendo limites, sem qualquer tipo d´hesitação,

apesar de me fazer lembrar,

quando olho, quando comparo tão delicioso manjar,

amarelo que descamba num tremendo escanchar,

esparramado,

fazendo sobra, decaindo pelo topo,

dando-me vazão, quase logro,

fazendo do tronco um cone,

gelado da minha ilusão,

tempo de calor, tempo de Verão,

alívio que sinto na altura, alguma fresquidão,


papilas que regozijam, bem-estar momentâneo,

como numa jarra, um gerânio,

encanto, doce visão,

associação d´ideias que cativam,

afastam desta arritmia social que flagela,

comunicação que nos interpela,

quando desinforma, apela,

sobressai, derrama, atropela,

constante que tanto cai,

vai que não vai,

cantinho dos descontentes,

alguns ricos, muitos pobres, dependentes,


choça dos que não vão em frente,

gamela para tão pouca gente,

prato vazio de quem tem fome,

imaginação fértil de quem não come,

amarelo vivo q´impressiona,

creme que faz lamber o beiço,

quando comparo, quando ajeito,

pensamento que é defeito,

natureza que é profícua

em toda a parte, nesta rua,


imaginação fértil, quadro avassalador,

dois olhos que sossobram,

mente que fervilha, demente,

voragem do que s´imagina,

contenção de quem não pode,

situação de quem pouco come,

limitação que se tem,

algum alívio, na certa,

luta insana, desperta,


do que não avança, atropela, não pula,

tanta vontade, tanta gula,

alguma pretensão do que devaneia,

convencido como pavão, sendo alguém,


recordatório do que já fomos,

sabores, desejos daquilo que não somos,

quando reparamos... compomos!!!... Sherpas!!!...

publicado por sherpas às 18:16
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Segunda-feira, 9 de Fevereiro de 2009

... fausto!!!...

... não é ópera, tão pouco teatro,

quando menciono fausto, obra que maravilha,

pelo contraste na reviravolta,

logo após um pacto,

entre terrenal tão vulgar e representante do Diabo,

com alma de permeio,

recreação de quem escreveu, usando uma lenda, devaneio,

 


vida de luxo, d´espavento,

solução, saída em tempos d´aflição,

num percalço que se teve, momento,

venda do que se pensa ter, tendo ou não tendo,

cálculo de quem muito pensa,

olha, mira, remira,

ambicionando tudo aquilo que não tem,

revoltado por não ser alguém,


única valia num corpo que sofre inclemência,

rigores da fome, penúria, estação mais fria,

imaginação fértil, demência,

alegoria,

quase direi, extensa fantasia,


se fosse essa a porta de saída, entrada,

quantas almas não se vendiam,

sem música alguma, sem representação,

no rocambole do milhão,

na miséria do sem tostão,

prensa enorme q´oprime,

faustosas vidas que se passeiam,

excessos sem contenção

perante os que nada valiam,


assim se viam,

assim s´avaliam,

nos reversos desta medalha que se contempla,

humanidade que se não redime,

permite realidade de quem ostenta,

rarefacção de quem não vende aquilo que não tem,

continuando sendo ninguém,


como entretém, no âmago, alguma pedagogia,

apreciação de quem assiste, disfarçando incómodos rebuços,

plateia ampla, bem composta,

dos que se sentam, aplaudem, se postam,

porque pensam, comparam, não gostam,

alma tão preciosa entregue a Mefistófeles

por dinheiros, regalias,

quando se pode roubar, dentro da lei q´ordena,

que tira, deita fora, condena

gentios tão desvalidos, ignaros de pensamento,

sórdidos, por nascimento,

 

baixos, cruentos, reles,

mantendo estatuto d´espezinhados

pelos que s´alçaram tão alto

não fazendo... nenhum contrato!!!... Sherpas!!!...

publicado por sherpas às 17:37
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Sábado, 7 de Fevereiro de 2009

... vagido!!!...

.... visita grata que tive... ia longa a madrugada,

fim de noite que prolonguei,

visão inusitada,

não sonho, assombração,

inconsciência que reavivou

tempo que passou,

surgiram tantos que foram, não são,

 

terra de mortos, multidão,

caras que recordei,

entre amigos, familiares que m´eram queridos,

quase todos compareceram a uma espécie de reunião,

sem convocatória premeditada,

embalado por doces vagidos,


criança no andar de cima,

choro que clama por mãe,

tão longínquo, despercebido,

algo tiveram com isso,

quando desperto, incrédulo, indeciso,

entre realidade, quase sonho,

quando recordo, me proponho,

querendo, vontade imensa,

que tudo tenha acontecido,


saudade dos meus ausentes,

borrão que vai esvanecendo nesta vida

que s´encurta,

tantos momentos, tantas gentes,

acontecimento, ilusão sentida,

devoluta,

solidão de quem envelhece,

altera rumo, procederes,

tão reduzido nos seres,

agitação permanente,

refúgio de tantos quereres,


família mais pequenina naquilo que nos torna,

água que jorra, entorna,

fonte, nossa ilusão,

tendo conchego, recordação,

apagamento de quem já foi, continua sendo,

fazendo chaga, consolação,

não rejeitando, não temendo,

quando surge, nos esmola,

intensa recordação,


mendigo d´afectos me sinto,

quando me deito na cama,

quando o sonho me premeia com visita inusitada,

reunião sem convocatória,

conversa ao desafio num plano q´é fantasia,


embalado nas asas do vento, recriação,

fruto da minha imaginação


despoletada por choro carente

de criança pela mãe,

feliz de quem a tem,

pouco audível, despercebido,

incontido... doce vagido,

na carícia que se sente!!!... Sherpas!!!...

publicado por sherpas às 13:19
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Quarta-feira, 4 de Fevereiro de 2009

... mimosa!!!...

... envolvimento total, num canteiro que é árvore,

mimosa que m´está próxima, tão diferente, não igual,

amarelo denso que fere,

verde que se sente submergido,

folhas, visual antigo,

intensidade que m´entra pela vista que não cerro,

quase colada, beleza que se não descreve,


sentimento d´harmonia, oferenda, quase favor,

algo maior que consegue tal milagre,

natureza pletórica cerca da casa onde moro,

mesmo atrás, quase pegada a janela, quando s´abre,

nela m´introduzo, só não subo porque não caibo,

quedo mudo, quase parado,


deixo correr o tempo, quase me não apercebo,

palavras, por muito que rebusque, não tenho,

maravilho-me, não m´abstenho,

associo a tudo que é belo, a tudo que nos alivia,

traz conforto, alegria,


pequenas coisas que nos inundam,

longe da intriga, da malvadez, da ganância,

daquilo que nos diminui, quando s´atira,

na realidade que se transluz numa mentira,

seja grande, seja pequena,

por dinheiros, coisa amena,

por fabulosos bilhões, matanças incríveis,

mais gravosas, não plausíveis,


na certeza que rebaixa qualquer criatura,

na fuga, no redondeio de quem a produz,

quando se reafirma o que não cremos,

quando s´induz,

sujeição à infâmia que se não lava no que vemos,


pausa desta encruzilhada,

grande reviravolta na “fusca”, quase nada,

agitação q´é permanente,

longe vão os tempos dum CASO que está ausente,

ressurgido no presente,


situação q´acontece, hora menos apropriada,

segundo quem remanesce, não se fragiliza,

recrudesce,

numa inversão que não é jogada,

 

encarando, como difamação,

facto indigno... numa Nação!!!... Sherpas!!!...

publicado por sherpas às 18:30
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