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Sherpasmania

... albergue de poemas, poesias e... outras manias, bem sentidas, por sinal!!!...

Sherpasmania

... albergue de poemas, poesias e... outras manias, bem sentidas, por sinal!!!...

23
Jan05

...pelos livros... que não li!!!...

sherpas
… de saudosista me apelidaram, mais do que uma vez, por sinal, por ser pessoa de idade, por ter muito passado, por gostar de recordar, como qualquer pessoa da minha geração, com muita vida… já vivida, não por políticas, por ditaduras mortas e enterradas, como julgam, quando o afirmam, quando o escrevem!!!... Do alto dos muitos anos que possuo, (… não tantos como assim, claro!!!...) olhando para trás, recordo, com saudade, outros tempos, outros momentos desta minha caminhada, quando criança, quando jovem adolescente, mais homenzinho, já crescido, com carácter e personalidade própria, formada… um projecto de vida, com bases fortes, num certo sentido, muito fracas, diminuídas, inexistentes… noutro, pouco esclarecido porque coartado, cerceado no que mais adorava, a leitura!!!... Ai se eu pudesse voltar para trás, o que eu não faria!!!... Exclamações destas, tenho-as quase todos os dias!!!... Não se pode remediar o irremediável!!!... Embora digam que a história se repete, a de cada um, a outra estória, depois de… acabou-se, não tem repetição possível!!!... É pena!!!... Os livros que eu leria, os proibidos, na altura, pela censura!!!... Qual seria a minha formação???... Como seria agora a minha maneira de pensar???.... Qual o meu trajecto???...

…perguntas que faço a mim próprio, que não obtêm respostas, que ficam mortas!!!... Trabalho vão, pensares desajustados, inadequados!!!... Espírito inquieto, revolta interior, recusa dum facto, inconformismo, tal e qual!!!... Como gostaria de me aquietar, tal como tantos, de ir batendo as cartas com companheiros, com parceiros, de frequentar cafés, sociedades… fazendo tertúlia, passando tempo, passivo, lascivo, indiferente, pouca gente, indiferente, de me quedar, embasbacado, frente a um televisor, torcendo por um clube qualquer, encarnado, azul ou verde, sofrendo, dando gritos, palmadas e urros, às vezes… murros, nas mesas é evidente!!!... Mas não, sou contra essa maneira de estar, de ser conduzido, induzido, não me aquieto… irrequieto, por natureza, a cabeça a fervilhar, cá dentro, pensando e recordando, ouvindo e comparando, desejando mais e mais, gostando de partilhar os meus pensamentos, escrevendo, de atirar as minhas ideias utópicas para o ar, como se nada!!!...

… pela riqueza de vida que tive o privilégio de viver, em liberdade, quando pequeno, em vila alentejana, em contacto directo com a natureza, com os campos, com os animais, com os meus iguais, companheiros de brincadeira, pelos tempos mais pacatos, mais indolentes, simples e sensíveis, não tão complexos e perversos, como os de agora… sinto saudades, imensas, tamanhas!!!... Não trocava a minha infância por nenhuma infância perdida, incompreendida, desaproveitada… dos meninos de agora, os que vivem em caixinhas, dependentes delas, fechados em redomas, doiradas ou não, com muitas oportunidades, quanto a práticas, quanto a conhecimentos, com a papinha feita, a preceito, ao jeito!!!... Muito menos pelos que… pelas circunstâncias, nem infância tiveram, pesadelos e tormentos, somente, como sabemos!!!... A sociedade actual, com os seus prós e contras, desajustada… pode ser perversa, muito má, péssima, para as crianças!!!...

… a oferta, a possibilidade de escolha, a diversidade… quanto a conhecimentos escritos, sem barreiras de espécie alguma, agora, na hora, é o que mais invejo, comparativamente, quando criança!!!... Aprendi a ler, por tabela, com companheiros mais velhos, pelo gosto pela banda desenhada, pelos bonecos que falavam uns com os outros, naqueles balões, com setas, por cima dos ditos!!!... Era pequeno, ainda não tinha ido para a escola e, como não sabia, perguntava!!!... Havia sempre um, mais velho… que lia em voz alta e eu… ouvia!!!... Eram figuras descoloridas, a preto e branco, fantasiadas, banda desenhada da altura, uma negrura!!!... Tantas vi e ouvi ler que, aos poucos, fui associando os sinais e… quando fui para os lugares das carteiras, na escola primeira, antes de me ensinarem, já sabia, à minha maneira!!!... Depois foi um aperfeiçoar, por parte dos meus professores, os da altura!!!...

…o pior foi o resto, o que se seguiu, a fome enorme de ingerir conhecimentos, a procura incessante, gigante, de saber mais e mais!!!... Obras de ficção, romances, os que me proporcionavam gozo, me davam prazer!!!... Gostava de ler, gostava de saber!!!... De tudo li, tudo averiguei, o que podia, o que me era oferecido!!!... Reduzido, proibido, censurado!!!... Estudei o que tinha que estudar!!!... Por obrigação… nunca gostei, nunca fui de cangas, espírito libertário, revolucionário, sem revolução!!!... Era, pelos meus, considerado como sendo a ovelha negra da família!!!... Não me portava mal mas… queria algo mais do que tinha, para mim e para os meus amigos!!!... Enfim, outros tempos, profundas saudades… graves carências!!!... Pelas carências, as do conhecimento, as vedadas… nunca lhes perdoei, aos ditadores, aos da altura, aos que os recordam agora, aos que os tentam ressuscitar, lhes tentam limpar a memória… escória!!!...

…é degradante, a sociedade que não aposta no conhecimento, que descura as pessoas, que as usa em proveito duma elite reduzida, mais polida, rica de bens, de dinheiros!!!... Ideias de direitas, extremadas, como as que temos… as que se dizem democratas, bacocas, pataratas!!!... Há que renegar gentes dessas, pelo passado que me negaram, quanto a livros que não li, quanto a imposições que me prodigalizaram, com fartura… quando me puseram a marchar, sem gosto, nem inclinação, sequer!!!... Agora, escrevo mais do que leio… pelos olhos, pela vista, pela idade, pela incredulidade, pela falta de sonho, pela crueza das imagens, pelo que folheio, pelo que ponho de lado… imprestável, papel sem préstimo, livros publicados, sem conteúdo, sem nexo, uma hecatombe deles, virou moda, tal como outras coisas, as menos exactas, as menos eficazes, numa época que se não condói, que ainda não se encontrou, pelos vistos!!!...

…apetece repetir o que o Povo pregoa… dá Deus nozes, a quem não tem dentes!!!... Pelos livros que não li… aqui vos deixo, mais um lamento!!!... Sherpas!!!...
23
Jan05

...tempos do pai... era eu, criança!!!...

sherpas

… nos tempos do meu pai… quando eu era criança!!!... … parece que foi ontem, ainda os vejo, aos meus companheiros de idas para a ribeira, nos dias quentes e abafados de Verão, Julho/Agosto, ainda me vejo… também, pequeno, irrequieto, desperto, arguto, muito eu, com olhos arregalados, de gozo, pelo entorno, pelos campos, pelos carreiros que percorríamos, pelas oliveiras grossas, velhas e nodosas, pelas azinheiras, pelos sobreiros, pelas poeiras, pelos rebanhos, pelos homens que tratavam delas, pelos pastores, pelos porqueiros, com os bácoros ali ao pé, sob a vigilância dos ditos, com os seus cajados, com as suas roupas grosseiras, barbados, com barba de semana, com botas rudes, muito próprias para aquelas lides, a quem cumprimentávamos com um ti Zé, ti Manel… de passagem!!!...

096

Deixa estar Manel, que eu, quando for à vila, vou dizer ao teu pai que ias para a ribeira, ouvia, numa ameaça, sem ser, num faz de conta… num calhar!!!... Corrida que se dava, brincadeira que se fazia, num agarrar qualquer coisa, num entreter… enquanto íamos, debaixo dum sol abrasador, sol de Verão, sol de Alentejo, de Julho, de Agosto, talvez… lá íamos, a caminho da ribeira, em grupo, num bando, oito ou nove, dez, quiçá, nivelados, em tamanho, em idade, em interesses, os de momento!!!...

… pedaço de arbusto que se parte, que se colhe, que se agarra, que traça no caminho, no carreiro, risco que levanta pó, um cruzar com outros paus, nas mãos doutros, umas espadeiradas, um imitar do último filme de espadachins, vistos na esplanada do ringue, imitação do actor, do bom, do mau da fita… animação, confusão, gargalhar… lá íamos, a caminho da ribeira!!!... Passávamos por hortas, com pequenas baias, vedações irrisórias, muros meio caídos, esventrados, sem gente, peça de fruta que se tira, que se reparte, que se come, um silvado, com negras amoras, empoeiradas… picadela nos dedos, regalo de sabores, bocas, línguas e goelas sequiosas, o calor era muito, escaldava, a caminhada ainda era longa… um bocado, bem puxado!!!...

Lá íamos… a caminho da ribeira!!!... … uma carroça que passava, um boa tarde, um olá, um ti João, uma amizade, um conhecido, um familiar, dois cães que seguiam atrás, conhecidos de amigos meus, um saltitar, uns ladridos de satisfação… um até logo, tenham juízo!!!... Pedra que se apanha, pedra que se atira longe, mais longe ainda, eu é que ganho, não com o lançamento à cabreiro, a minha foi mais à frente, garantia outro!!!... Repetição, tira teimas, uma e outra, um desafio, pequena paragem, rodopio, sob o sol intenso, tarde de Verão, Julho ou Agosto… no Alentejo!!!...

A caminho da ribeira, em grupo, éramos um grupo, éramos um bando, oito ou nove, talvez… dez!!!... … uma, duas vacas leiteiras, meia dúzia de cabritos, lá ao fundo do caminho, com um adolescente, mais crescido do que nós, a conduzir o grupo de animais!!!... Quando por nós passou, do alto dos seus anos de adolescente, quase homem, ameaçador… levantou o varapau, ah gaiatos dum cabrão, num vozeirão que nos fez fugir, medrosos!!!...

Depois, bem… depois pregou uma série de assobios, começou a cantarolar e foi-se!!!... Foi só para desabafar, para se fazer superior, mais homem, com obrigações!!!... Mais conformados, risonhos, esquecidos, continuámos a caminhada!!!... Lá íamos… a caminho da ribeira!!!... … mais uma paragem, desta vez, sentados à sombra dum chaparro, com conversas, as mais diversas, sobre peões, sobre botões, sobre livros de cow-boys, sobre mergulhos, sobre pegos… os mais fundos, os menos fundos, sobre peixes que apanhávamos junto das margens, com as mãos, na pesca à lapa, dizíamos, por vezes, agarrávamos cobras e salamandras que, num instante, largávamos… um descanso, naquela tarde de Verão, calor intenso, escaldante!!!...

Num rompante, a pé, correndo, caminhando, brincando, apedrejando, jogando com paus, com arbustos, com desafios… fomos chegando, estávamos quase lá, na ribeira, era só mais uma ladeira!!!... O calor era tanto que… mal nos precatávamos, livres de roupas e de calçado, os que o tinham… é evidente, havia muitos descalços, todos nus, catrapuz… sem estilo, à cão, com algum saber, os mais habilidosos, que fresquidão, doce sensação, aquele chapinhar, nadando ou não, indo ao fundo apanhar areia, fazendo corridas, gritaria, animação… tínhamos a ribeira, por nossa conta, para o resto da tarde, talvez!!!... … o nosso objectivo, tinha sido atingido!!!... Estávamos… onde gostávamos, como queríamos!!!...

De repente, espanto meu, susto, incrédulo… vejo, com cara de zangados, cá fora, na margem, com as minhas roupas na mão, o meu pai e o meu avô!!!... Já não era a primeira vez que acontecia, por causa da ribeira, aquela tentação… em dias de Verão!!!... Submisso, nuzinho, tal como estava nadando… saí do pego, pedi as roupas, ouvindo, palavras azedas, amargas, zangas, por parte do meu progenitor, do seu sogro e… meu avô!!!... Negaram-mas, fizeram-me subir a ladeira até à estrada, lá em cima, zurzindo e zurzindo, com conversa, com ralhos, sem pancada, batendo na tecla que, por mim… não queria ouvir!!!... Eles tinham razão!!!... Naqueles pegos, por afogamento, muitos amigos meus… tinham morrido!!!...

Junto à estrada, os velhotes… pai da minha saudade, avô do meu encanto, deixaram-me vestir, meteram-me no carro e, tal como tinham dito ao Chico, meu amigo de natações e de outras aventuras e desventuras de infância, passaram por casa dele, disseram à mãe que ele… tal como eu, tínhamos ido para a ribeira!!!... … passados uns dias, soube, pelo Chico, amigo do peito… que, para ele, foi pior!!!... Teve sova a preceito, com cinturão e tudo!!!...

O pai do meu amigo era GNR, não pensava duas vezes… quanto a castigos corporais, passava-se e malhava, forte e feio!!!... Foi o que deu, a caminhada à ribeira, numa tarde de Verão qualquer, em Julho ou Agosto, talvez… há quanto tempo, meu Deus!!!... Certo e sabido que… passados uns dias, pelo calor insuportável, pelo gosto pela ribeira, pela brincadeira, pela natação, estávamos lá caídos… uma e outra vez, tantas!!!... Sherpas!!!...

23
Jan05

...exigir e... denunciar!!!...

sherpas



…exigir e… denunciar, duas palavrinhas pequenas, de somenos importância, apenas!!!... Quanto a significado, quanto a resultado, desde que levadas a sério, com intenção de mudar, com vontade de melhorar… quantos e quantos benefícios, não nos trariam, certamente!!!... A nossa sociedade está impregnada de pequeninos, de gentes que, por uns tostões, por uns sorrisos, por umas simples palmadinhas nas costas, por um emprego a preceito, por um favor, por um jeito… se deixam levar no bote, se deixam enrolar, se transformam em canídeos, de rabinhos a dar a dar, satisfeitos com eles próprios, nas suas vidas direitinhas, acomodadas, conformadas, como se nada!!!... É um facto… um evidência, a subserviência ao patrão, a quebra de espinha, quando curvada, à excelência, o favorzinho que se aguarda, com emoção, a tal lei da rolha, lei da cunha, a abnegação, a entrega total a quem nos dá migalhas, nos proporciona bem-estar, aparente!!!...

… tornamo-nos egoístas, de curtas vistas, quedamo-nos pelo nosso entorno, pelo âmbito restrito a que pertencemos…. esquecemos quem somos, vamos sendo, uns vendidos ou comprados, manipulados, ao jeito dos que puxam os cordelinhos, bonequinhos de S. Aleixo, marionetas, simplesmente!!!... Foi assim, durante muitos e muitos anos, em tempos da ditadura… continuou sendo, continua!!!... É simples, basta ver, basta entender, basta perceber!!!… A complexidade, desta triste e lodosa verdade, a nível sociedade civil, a nível partidos políticos, é um facto, tanto no Poder Central… como no mais distanciado, no local, nas autarquias, nas freguesias, nos futebóis, tantos e tantos sóis, com planetas circundantes, com cometas, com estrelas brilhantes ou cadentes… indiferente!!!...

… o que tem a massa, o que tem a pasta, desde que mal formado… manobra, põe e dispõe, impõe, como Deus Omnipotente, como energia sobranceira, primeira, perante os que… não exigem, se contentam com as migalhinhas que lhes dão, numa aparente igualdade!!!... Tanta e tanta inverdade!!!... Não vou, com estas minhas palavras escritas, está bom de ver… incitar ao levantamento nacional, como o outro, ainda há dias, nem tão pouco tenciono mudar maneiras de pensar!!!... Cada um pensa, como bem entende, desde que pense… como gente!!!... Parasitário… indiferente, egoísta com as suas coisinhas e com os seus, completamente apartado do que o rodeia, é que não!!!... Eis a questão!!!... Exigir… pelo bem colectivo, que as coisas mudem, que levem outro caminho, que vivamos numa democracia, de facto, para ser exacto!!!...

… dá pena constatar que o nosso País, agora mesmo, com peias, com loas, com patranhas, com mentiras… por não exigir, vai cair, uma vez mais, no conto do vigário (… talvez não… está nas nossas mãos!!!...) !!!... Eles estão aí, à americana, fazendo chicana!!!... Distinguir o trigo do joio, exigindo uma sociedade equilibrada, normal, sem discrepâncias!!!... Exigir… porque é nosso direito, está em nós, desde que queiramos!!!... Nós, não somos o todo, somos uma pequena parcela!!!... Se olharmos para o nosso umbigo, esquecendo o do outro… a coisa vai agravar, qualquer dia, quando menos esperarmos, vai cair em cima da nossa cabeça, também!!!... Exigir… é preciso!!!...

… denunciar, a outra palavra que, só de a escrever… me faz arrepiar, me sinto constrangido, diminuído!!!... Não, não é nesse sentido, o de dar com a língua nos dentes, na altura menos indicada, menos conveniente, duma maneira indecente!!!... Nem pensar!!!... Não sou favorável a bufos, na gíria do bom malandro, nos grupinhos de treta, nos marginais, com regras, com posições, com ilusões!!!... Compreendo-os, embora não partilhe, claro!!!... São outras denúncias, as que, se forem feitas… muito contribuirão para o equilíbrio harmonioso da sociedade a que pertencemos!!!... Denunciar o traficante, o ilegal, o que foge ao Fisco, o que manipula as contas, o que não as apresenta, o que não passa factura, o que joga à parte, o que se governa não pagando, como deve… o que governa mal, quando Poder, o que não respeita os cidadãos, os que, pelo proceder… também o não são, a pobreza, a miséria, a doença, a indigência, o desleixo, o laxismo, o abuso, a justiça que se não pratica, que é morosa, a irresponsabilidade que campeia, a incompetência, o compadrio, a corrupção… entre outras tantas!!!... Que o Mundo vai mal, lá dizia o A. Aleixo!!!... Penso que agora… é a hora de pôr em prática, fazendo, concretizando estes dois verbos, pequeninos, simples palavras, coisas de nada, de capital importância, de enorme significado:

- EXIGIR e DENUNCIAR, pois então!!!...

… queremos uma sociedade equilibrada, justa, sem mazelas graves, as que se arrastam, as que continuam, as que se eternizam!!!... Vai sendo tempo… com verdade!!!... Portugal merece!!!... Pensamentos, momentos, reflexões… simplesmente!!!... Exigindo, denunciando e… fazendo manguitos, como os do Zé Povinho, figura sempre actual, a do Mestre Rafael Bordalo Pinheiro, morto, vai para cem anos, faz agora… sempre presente, como gente, de corpo inteiro, é evidente, não simples amostras… como as que nos querem dar!!!...

…denunciar, sem intenção de nos transformarmos em queixinhas, fazendo a nossa obrigação de cidadãos conscientes, de gente que sabe o que quer, não substituindo o papel fundamental do Estado, o de fiscalizar, o de ser eficaz e cumpridor… no seu papel!!!... Exigir e denunciar… para obtermos uma sociedade justa e digna, equilibrada, moderna, do século XXI, sem exclusão social, em qualquer zona do País!!!... Está em nós… ao nosso alcance!!!... Assim o queiramos… no dia 20FEV 2 005!!!... Vamos ver no que dá!!!... Sherpas!!!...


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