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Sherpasmania

... albergue de poemas, poesias e... outras manias, bem sentidas, por sinal!!!...

Sherpasmania

... albergue de poemas, poesias e... outras manias, bem sentidas, por sinal!!!...

24
Abr05

... tragédias!!!...

sherpas

... rude seria o golpe se, de repente, de chofre,

na subtil harmonia dum agregado, duma família,

descambasse a hecatombe da morte...

 

da tragédia, de algo que deite abaixo, que destrua, que arrombe,

que faça noite, do dia, que, num plácido riacho,

se cometa uma riada...

 

de água alamaçada que tudo arrasta... tudo tapa,

tudo transfigura e... mata!!!...

... na dantesca passagem daquela louca. voragem, das águas enlouquecidas,

raivosas... embravecidas,

 

fora das regras, dos limites, final de tantas vidas,

que choraste, sentiste, ventania tremenda,

ciclone ou tufão...

imenso clamor, vozeirão,

 

terrível castigo, reprimenda,

originando medos, emoção,

aos que, na sua senda, desta vida... se vão!!!...

 

... sem queixumes, sem ardores,

como simples... penhores,

dos muitos e muitos favores que dão voz aos seus clamores,

aos seus avassaladores furores,

 

que nunca foram agradecidos por estes vermes, vencidos,

arrastados pelos ventos,

nuns minutos... nuns momentos,

 

desta terra que se abre, que se esgarra, que treme,

que se mexe...

que sabe, que se sente, que freme,

 

que se violenta... de repente,

por um ser que é... pouca gente!!!...

 

... pode ficar soterrado, aqui, agora... noutro lado,

a sós... isolado no meio duma multidão,

num terramoto de ocasião,

 

num maremoto repentino que, sem freio, sem tino,

o faz desaparecer...

o leva, o faz morrer,

 

quase sem dor, sem sofrer, por falta de previsão,

numa quebra da ilusão...

da vida premeditada,

bem segura, bem marcada,

 

que, de leve, insegura,

é breve... pouco dura!!!... ...

 

... um raio que ilumina toda uma região,

que, num esgar... num clarão,

queima, assassina, toda a vida existente,

até o mais resistente,

 

deixando cinzas e pó... no que, antes, era verde

que, agora, mete dó,

de triste, agreste, tudo marcou...

deixou,

 

na paisagem que reveste aquela porção de terra que soluça,

chora... berra!!!...

 

... má sorte, pelo imprevisto, pela faísca alucinante,

caso raro...

nunca visto, que, num tão curto instante,

modificou o equilíbrio,

 

com maldade, sem brio... da natureza, bem delicada,

constantemente atacada, pelas fúrias dos elementos,

pelos fogos, águas e ventos entre outros... contratempos!!!... Sherpas!!!...

 

24
Abr05

... coisas do... Parlamento!!!... (SAPO)

sherpas



… entretenimento ou… esclarecimento, saber os quês e os porquês das coisas, ir ao fundo da questão, aprofundar, sem medos, sem receios, com inteira liberdade de pensamento, abarcando vários temas, não estanques, abrangentes… desde que, devidamente estruturados, numa linha de pensamento, sem tretas, sem perdas de tempo, sem opiniões manipuladas, grandes coisas, pequenos nadas… indiferente, como gente, respeitando e sendo respeitado!!!...

… fazer do Parlamento um simples gueto privado, devidamente apartado, isolado, fazedor de conversas ocas, repetitivas, vazias, sem sumo… de costas viradas para os grandes temas da actualidade a nível universal, de todos os tempos, já passados, origem de todas estas baralhadas, promiscuidades tremendas… é pura parvoíce, patetice assumida, por quem, no desempenho das suas funções, moderador lhe chamam, censor… quanto ao meu pensar, o que corta de qualquer maneira, sem passar cartão, sem dar satisfação, sem aprofundar, sequer o que foi escrito, o que vai ser escrito, a médio, longo prazo porque, queiramos ou não… política e religião, nem sempre se deram bem, sempre se adoraram… contradição, desde sempre andaram irmanadas, em grandes baralhadas, salsadas que me metem confusão!!!...

… os escritos, o das crenças e religiões, o que se esfumou por completo… num ápice, era um projecto meu, devidamente esquematizado, com uma intenção… a de provar que são temas que se completam, que se fundem, que estão unidas, benzidas e ungidas, com uma única intenção… a do PODER, sobre a humanidade!!!...

… continuo com a minha, sinto pena pela falta de visão, não se justifica a atitude… mais ainda, quando o ia construindo, sem tomar as devidas precauções, de manter cópia, de guardar, simplesmente!!!... Daí a minha revolta contra o dito de DRAGÃO… gatinho perverso, confesso… facilitador de tanta asneira, de tanta porcaria, de certos abutres que por aqui proliferam, doutros que tais, mais iguais, de xanxadas, de disparates, de dislates… de outras coisas mais!!!...

… em tempos, sobre blogs, fóruns e chats… tinha escrito o que penso, a meu jeito, a preceito!!!... Confirmo o que escrevi, na altura… acentuo, pelo menos por aqui, pelo Parlamento, perde-se muito tempo com trivialidades, fazem-se demasiadas citações, transcrições de saberes alheios, escondem-se propositadamente… pensamentos próprios!!!... Tinha ido por aí, além do copy e paste, me parece ser assim o que faço, com frequência, tinha começado a usar os pensares doutros, citando e transcrevendo, cogitando, por mim, fazendo alguns reparos, simples apontamentos, comparando quando… mal me descuido, num momento, sou abatido, sem contemplação, sem satisfação alguma!!!...

… enfim, quem tem o encargo de assim proceder, por vezes… excede-se, quiçá com zelo a mais, sem se cuidar no que faz, sem pensar, sequer, corta a direito… sem se vislumbrar, sequer, numa de fúria, de arrebatamento, alucinação, embirração!!!... Tem o Poder… na mão!!!... Somos um País de reizinhos, em qualquer recanto, por mais isolado, pacato e reduzido que seja… cá, os encontramos, convencidos, submissos, pertinazes, pouco ou nada eficazes, por vezes… cortando o fio à meada, tentando colocar na linha, o desalinhado, chamar a atenção, puxar as orelhas, ao mais distraído, ao aselha, ao teimoso, como lema, como função, tomando-lhe o gosto… provocando desconfiança e incómodo, má querença, desavença!!!... Coisas!!!... Sherpas!!!...
24
Abr05

... a ciência... meus amigos!!!...

sherpas

… a ciência, meus amigos... é uma… simples experiência,

do homem que pensa consigo,

ao longo da sua existência...

procedendo como um alquimista,

 

GENEVE 227

como um indigente arrivista... dentro da sua ignorância,

quando julga, com arrogância,

ter descoberto o mistério que o trouxe a esta vida,

levando-o para o cemitério!!!... …

 

num caminhar, numa ida, numa viagem… sem regresso,

numa passagem, de fugida,

sem volta, sem retrocesso,

enquanto tal não acontece...

vai pensando, vai escrevendo, tudo que faz,

esquece,

 

o que os mais novos vão lendo,

considerando excelentes... escritos dessas gentes,

que, com o passar dos tempos, são, aos poucos, ultrapassados,

como temas velhos, lentos, fora de uso, antiquados!!!... …

 

levando-os a pensar... um bocadinho… a preceito,

buscando, experimentando tudo o que têm mais a jeito,

como outros alquimistas passados,

numa quase obscura ciência,

simples, puro achado,

mediante alguma experiência,

 

do que já existe...

foi criado, como ele, pobre mortal,

acidente… tão natural!!!... Sherpas!!!...

 

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