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Sherpasmania

... albergue de poemas, poesias e... outras manias, bem sentidas, por sinal!!!...

Sherpasmania

... albergue de poemas, poesias e... outras manias, bem sentidas, por sinal!!!...

25
Mai16

... DEUS menor!!!...

sherpas

... aceito as religiões,

meras instituições,

poderes e dinheiros,

caminhos ínvios, desde sempre,

pregadores que as espalham pela TERRA,

confrontações frequentes,

arrastam gentes,

multidões

de muita FÉ,

crentes,

 

estorial que não entendo,

passado de tanta matança,

actos impróprios,

ainda agora,

quando matam, abusam,

enricam,

 

todas apregoam o que não praticam,

 

nas mais avisadas,

uma que outra excepção,

mais espiritual,

entre o bem e o mal,

 

vou seguindo a que me rege,

a CONSCIÊNCIA,

respeitando religiões,

aparências, confusões,

menos céptico,

com a minha referência,

 

teorias interessantes,

tanto agora, como antes,

mundos paralelos,

seres extraterrestres,

DEUS UNIVERSAL,

pura ilusão,

desilusão... perante...

 

por vezes penso no OLIMPO,

DEIDADES para cada gosto,

vou mais além, imagino,

sinto-lhe o cheiro,

quando bem disposto,

BRINCO,

 

tão imenso,

em constante expansão,

galáxias mais próximas,

milhão sobre milhão,

estrelas, planetas, cometas,

mais bilhão, menos bilhão,

outras, quão distantes,

incontáveis, desconhecidas,

quando penso,

 

num “granito” pequenito,

valente BIG BANG,

espaço, tempo, matéria,

fisicamente falando,

pontito escasso que vagueia,

pedacito d´areia, ambiente propício,

origem, evolução,

coisa bonita, tão feia,

quando se desfeia,

 

pelas DEIDADES d´então,

pelas religiões maiores,

pelos poderes, pelos dinheiros,

pelos mágicos ou feiticeiros,

pela ignorância que grassa,

avassala, não passa,

 

surgem CRENTES com qualidades,

muitos defeitos,

mortes desnecessárias,

algum perdão,

incompreensão,

inconsciência,

desumanidade q´envilece,

aumenta,

não esquece,

quando prega, só lamenta,

inventa...

 

para não ofender,

defendendo crença d´outros,

refiro-me ao tempo do OLIMPO,

dos DEUSES vários,

para todos os gostos,

tão pequenino,

insignificante até,

vasto espaço que s´expande ainda,

pedacito aqui ao pé,

pois é,

 

vastidão que me preenche,

domina, instiga,

não castiga,

incentiva,

 

d´entre os DEUSES, um niquito BEM MENOR,

tão DEUS mas... imberbe,

com momices, irrequieto,

quase sem verve, pouco valor,

brincalhão,

entre tanto e tanto milhão,

UNIVERSAL bilhão,

 

como entretenimento,

um berlinde,

com outros mais,

na galáxia espiral,

via LÁCTEA, a que pertencemos,

nosso sistema solar,

como sabemos,

 

puro traquina,

ainda moço,

sem obra ou arcaboiço,

tal como nos jogos da “NET”

foi construindo um esboço,

no espaço,

dando tempo ao tempo,

amarfanhando,

experimentando,

 

concluindo, parcialmente,

enquanto s´entretia,

convulsões d´espanto,

tremuras tantas, erupções,

fervilhantes experimentações,

enquanto fazia,

sorria, sorria, sorria...

 

como qualquer menino, embora DEUS,

bem menor, como sabemos,

deixa o brinquedo de lado, junta-se a ZEUS,

a outros, bem maiores, lá no OLIMPO,

grãozito d´areia, espaço, tempo, matéria,

na universalidade a que pertencemos,

 

passam milhares, milhões, bilhões,

com tremuras, contracções, erupções,

rasgos profundos, transformações,

seres que surgem, desaparecem,

outros mais, dando primeiros passos,

avançam, progridem, não esquecem,

evoluindo, entre ciclos, convulsões,

 

no “granito” insignificante,

naquele pedacito de brincar,

entregue a um DEUS MENOR, para variar,

como bola colorida que salta, pula, rola,

estrebucha, quando aquece, como glaciar

recondido, sem vida, mortandade,

fantasia, realidade,

 

rejuvenesce, volta a rolar, viva,

pujante,

sorriso aberto, escárnio aviltante,

no rosto imberbe duma criança,

sob o “jugo” d´algum tratante,

 

somos tão POUCO,

no UNIVERSO que nos abarca,

obra eivada por um LOUCO

milhares, milhões, bilhões,

numa GALÁXIA espiral,

num sistema reduzido,

desconhecendo o que nos cerca,

espaço, tempo, matéria,

estando presos por um fio,

 

ferramenta que nos apaga,

qual borracha imensa,

quando se pensa,

rabiscos e criação dum imberbe,

DEUS MENOR,

que nos deita fora, esquece,

seja lá como,

quando for!!!... Sherpas!!!...

 

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